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Tem se tornado muito comum, que cada vez mais pessoas dos tempos atuais, vivam reféns de um tempo que não lhes pertence. Há aqueles que se prendem no passado, e os escravos de idéias, muitas vezes distorcidas, de como será o futuro.

Alguns se contorcem em mágoas e ressentimentos por eventos já distantes, outros são torturados constantemente pela culpa, que insiste em não ir embora, mesmo que tal pessoa já tenha sido perdoada por aqueles a quem ofendeu.

No outro extremo, estão os patologicamente apegados as suas projeções para o tempo que ainda não chegou. Apegam-se de mais ao futuro, negligenciando o “presente” que cada dia representa.

Ambas as condições podem gerar adoecimento, criando por conseqüência, e se apoiados em outros fatores, quadros patológicos em diferentes níveis de depressão e ansiedade.

Passado demais, é tão nocivo quanto o excesso de futuro. Ganharíamos muito em qualidade de vida, se entendêssemos uma verdade simples. O único momento de nossas vidas sobre o qual podemos fazer algo é o momento atual.

Viva o hoje, valorize ao máximo a dádiva de estar vivo. Ame e deixe que seus amores saibam disso, se não valer à pena, siga se amando e amando a benção contida nesse poderoso momento chamado agora. No dia incomparável que se chama hoje.

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