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.phpMUDRS4_23318Nesta quinta-feira (28), a exploração do planeta Marte estará em debate no campus UFV com a palestra do físico brasileiro Ivair Gontijo, que lidera o grupo de desenvolvimento do projetoMars Science Laboratory (MSL) daAgência Espacial Norte-Americana (Nasa). Dentre os assuntos abordados estarão as várias missões para Marte idealizadas no Jet Propulsion Laboratory da Nasa, em Los Angeles (Estados Unidos).

Também estarão em foco os avanços obtidos com as pesquisas realizadas naquele planeta, por meio de satélites e veículos robotizados, como o Curiosity. Com 900 quilos, ele realizou um pouso dramático em Marte, em 2012, carregado de instrumentos para estudo. Ivair Gontijo liderou o grupo que desenvolveu e construiu os componentes mais críticos do radar que controlou os últimos sete minutos da descida no planeta.

A palestra – uma realização do Departamento de Física da UFV – será aberta às comunidades acadêmica e viçosense. Ela acontecerá, gratuitamente, às 19h, no auditório da Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância (Cead).

Sobre o físico
Ivair Gontijo nasceu em Moema (MG), onde cursou o ensino básico em escolas públicas. Realizou o curso de Técnico Agrícola, no Colégio Agrícola de Bambuí (MG), chegando a exercer a profissão durante três anos. Ele é graduado e mestre em Física pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e obteve o grau de Doctor of Philosophy (equivalente ao doutorado no Brasil) no Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Glasgow (Escócia). Ali desenvolveu pesquisas na área de laser e detectores de luz de materiais semicondutores.

O físico brasileiro foi também pesquisador na Heriot-Watt University, em Edimburgo (Escócia), e na Universidade da Califórnia (Estados Unidos). Trabalhou ainda em uma empresa de biotecnologia, desenvolvendo lentes esféricas para cirurgias de catarata já utilizadas por mais de 300 mil pessoas.

Desde 2006, atua no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, onde atualmente desenvolve um satélite para orbitar Europa, uma das luas do planeta Júpiter, e dois satélites na órbita da Terra, para monitorar o campo gravitacional do planeta e medir os efeitos das mudanças climáticas.

 Fonte: Site UFV

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